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segunda-feira, março 09, 2015

LinkedIn lança Guia do Usuário

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English: Hand, sculpture by Oscar Niemeyer in the Latin America Memorial (São Paulo, Brazil) Português: Mão, escultura de Oscar Niemeyer no Memorial da América Latina (São Paulo, Brasil) (Photo credit: Wikipedia)

LinkedIn lança Guia do Usuário: como explorar todo o potencial na maior rede social profissional do mundo
Material oficial está disponível gratuitamente na web e tem como objetivo instruir os usuários na criação de perfis mais atraentes e na navegação



São Paulo, 9 de março de 2015 –LinkedIn, a maior rede profissional do mundo, elaborou um guia para que o usuário possa explorar o potencial da rede na construção de sua identidade profissional online, ampliação da sua rede de relacionamentos, networking, produção e recebimento de conteúdo relevante.

Iniciantes têm agora um passo a passo de como criar um perfil campeão, enquanto o usuário já familiarizado com a ferramenta tem a oportunidade de aprimorar alguns campos e tirar melhor proveito da rede social.

“Diferentemente do currículo tradicional, o perfil do LinkedIn é dinâmico. Ele acompanha o crescimento de cada pessoa e traz outras informações, além da experiência profissional, que nos ajuda a conhecer o usuário de maneira mais completa. Ele pode - e deve - ser atualizado com frequência.”, afirma a gerente de comunicação do LinkedIn na América Latina, Fernanda Brunsizian.

Confira abaixo seis dicas rápidas do LinkedIn para tornar o perfil mais atrativo:

1) Foto corporativa: um perfil com foto é 14 vezes mais visto que o sem foto. É a imagem que dá credibilidade ao perfil, portanto, prefira imagens que traduzam a imagem que você quer passar em um ambiente profissional. A dica é colocar uma foto que transmita seriedade e profissionalismo sem perder a sua essência.

2) Cabeçalho: preencha sua posição atual ou então escreva uma mensagem que reflita sua inspiração profissional.

3) Tenha uma URL personalizada: será mais fácil de encontrar seu perfil em sites de busca.

4) Capriche no resumo: o que você faz como profissional e as suas conquistas devem caber em aproximadamente 300 palavras e no máximo dois parágrafos. O resumo deve ser escrito em primeira pessoa, com verbos ativos, em forma de narrativa e tom pessoal.

5) Experiência: descreva sua função com palavras-chave, isso ajuda na indexação do perfil nas buscas. Evite copiar e colar do seu currículo.

6) Conteúdo: adicione seu portfólio ao perfil com apresentações, vídeos ou infográficos.

Sobre o LinkedIn
LinkedIn conecta os profissionais do mundo para que sejam mais produtivos e bem sucedidos e transforma o modo como as empresas contratam, segmentam e vendem. Nossa visão é criar oportunidade econômica para todos os profissionais do mundo por meio do contínuo desenvolvimento do “Economic Graph”. LinkedIn tem mais de 300 milhões de usuários e escritórios ao redor do mundo.

Informações para imprensa:

In Press Porter Novelli


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quarta-feira, janeiro 21, 2015

LinkedIn anuncia as palavras mais usadas na rede e dá dicas para fortalecer o perfil

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Nederlands: Linked In icon
Nederlands: Linked In icon (Photo credit: Wikipedia)
21 de janeiro - Dia da Marca Profissional
LinkedIn anuncia as palavras mais usadas na rede e dá dicas para fortalecer o perfil

Para quem busca uma oportunidade, o LinkedIn dá dicas para fortalecer a sua marca profissional e se diferenciar dos outros usuários eliminando os principais chavões







São Paulo, 21 de janeiro de 2015 - O LinkedIn, a maior rede profissional do mundo, com 300 milhões de usuários no mundo e 19 milhões no Brasil, divulga hoje as palavras mais utilizadas em 2014 nos seus perfis. No mês de janeiro, o dia 21 é o dia de mais acesso à rede e por isso o LinkedIn o elegeu como o dia mundial de atualizar o perfil. Como o início do ano é uma época em que muitas pessoas repensam sua carreira e saem em busca de novas oportunidades, a empresa aproveita para dar sugestões e fugir dos chavões.

Brasil
Pelo segundo ano consecutivo, a palavra mais utilizada pelos brasileiros foi “responsável”. Segundo Fernanda Brunsizian, Gerente Sênior de Comunicação para o LinkedIn, “isso mostra uma tendência dos brasileiros – e dos latinos em geral – em explicar muito suas funções no trabalho em vez de focar em resultados alcançados”.
Segue abaixo a lista completa de 2014 com as dez palavras que mais aparecem nos perfis dos profissionais brasileiros:

1.    Responsável
2.    Estratégico
3.    Criativo
4.    Sólida experiência
5.    Extensa experiência
6.    Experiência internacional
7.    Especializado
8.    Planejamento estratégico
9.    Apaixonado
10.  Motivado

Para se mostrar mais estratégico na rede, Fernanda dá algumas dicas:

A sua foto: Nunca deixe um perfil sem foto. É ela que dá a credibilidade para o seu perfil.
O seu perfil: Menos descritivo, mais focado em resultados. Mostre a diferença que você fez em cada empresa que trabalhou. Use uma linguagem natural, mostre quem você é.  

O seu lado bom: O campo de Voluntariado e Causas, ainda pouco explorado no Brasil, é uma forma de mostrar um pouco mais o indivíduo além de suas qualificações. Hoje, uma contratação não é feita apenas baseada em qualificações, mas também na adequação entre cultura empresarial e valores dos funcionários.

Suas habilidades: Listar suas habilidades no perfil faz você ter 13 vezes mais chances de ser visto no LinkedIn. Suas habilidades são uma visão geral de sua marca profissional - uma maneira fácil e digerível de mostrar o que você pode fazer. Faça um mix de suas habilidades gerais e específicas para garantir que você apareça nos resultados de pesquisa e mostre sua gama de talentos.

Acesse o blog do LinkedIn para saber mais sobre o estudo dos chavões mais usados e faça o download do infográfico em inglês.


Sobre o LinkedIn
Fundado em 2003, o LinkedIn conecta os profissionais do mundo, tornando-os mais produtivos e bem-sucedidos. Com 300 milhões de usuários no mundo e 19 milhões no Brasil, o LinkedIn é a maior rede profissional da Internet e os executivos de todas as empresas da Fortune 500 marcam sua presença na rede. A empresa possui um modelo de negócios diversificado, em que  a receita provém de Soluções de Recrutamento, assinaturas de usuários e Soluções de Marketing. Com sede no Vale do Silício na Califórnia, o LinkedIn também conta com filiais ao redor do LinkedIn.

Informações para imprensa:
In Press Porter Novelli
Daiane Leide
Emilia Spirlandelli




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quarta-feira, julho 10, 2013

Mídia Social para Empresas: por que nós simplesmente não a entendemos?

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Image representing Facebook as depicted in Cru...
Image via CrunchBase
Mídia Social para Empresas: por que nós simplesmente não a entendemos?

David Akka (*)





Mídia social para empresas é atualmente uma das tecnologias mais em evidência no mundo dos negócios, o que levou uma grande quantidade de empresas e organizações a entrarem nessa onda.
Mas, hoje eu não quero falar sobre essa evidência e sim, olhar seriamente para onde está o valor das mídias sociais das empresas, e porque é tão disruptiva, de tal forma que muitas das empresas ainda não a entenderam de fato.
Mídias Sociais – não interessa o tipo de empresa – é na verdade muito mal comunicada, mesmo entre seus maiores defensores: mídia social, assim como o conceito de “web 2.0?, no qual se baseia, não é novidade. Com certeza, o uso de mídias sociais explodiu por volta de 2008, com a ascensão do Facebook e Twitter, entre outros serviços, mas a mídia social é algo que permite às pessoas compartilharem e colaborarem em comunidades virtuais, que temos feito desde os primeiros dias da Internet em newsgroups, salas de chat e fóruns.


Muitos tipos de mídias sociais
Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, Pinterest, Foursquare… a lista é longa e se há uma tendência clara nas mídias sociais hoje, é que o número de redes que fazemos parte, continua crescendo. Há uma razão muito clara para isso: podemos usá-las para fins diferentes, em momentos diferentes, para conseguir coisas diferentes, e se conectar com pessoas diferentes.
Na verdade, a escolha de uma rede social para qualquer conversação proporcionará o contexto para aquela interação; muito parecida com a diferença no mundo real entre encontrar um colega no escritório ou em um café de sua preferência. Então, com isso em mente, por que tantas implantações de mídias sociais nas empresas parecem buscar a criação de um único hub social de nossas interações?


Muitas conversas diferentes
Talvez as mídias sociais nas empresas tentem criar um único hub, porque isso é mais eficiente: afinal, continuamos reclamando de silos em grandes organizações que impedem o bom fluxo de informações e levam a uma má tomada de decisão. Não é verdade? Eu vejo dois problemas com o modelo de “single-hub”: em primeiro lugar, como você evita a sobrecarga de informações; e em segundo lugar, a tendência é que os funcionários tenham a capacidade de trabalhar em seus próprios termos, ao invés de serem forçados a trabalhar apenas de uma única maneira.

A sobrecarga de informação é uma grande preocupação com as mídias sociais, levando a temores de que estamos nos tornando desconectados do mundo real e ter informações com um sinal baixo que enche de ruído nossos feeds no Twitter. Ou nosso mural do Facebook. Ou na nossa caixa de e-mail… esta não é uma nova tendência, na verdade, é uma parte da psicologia humana.

Agora temos aqui um pequeno problema: gurus de mídias sociais e os fabricantes de ferramentas sociais promovem o conceito de filtrar ativamente os nossos feeds, ou a criação de vários feeds, para nos ajudar a ficar por cima do fluxo de informações. O problema é que esta continua sendo uma relação totalmente passiva entre nós, como consumidores de informação, e a massa de meios de comunicação social que está tentando nos encher de informações, para, de fato, nos “alimentar”. O próprio termo indica que estamos passivamente sendo alimentados de conteúdo.

A mídia social não é apenas uma unidade compartilhada com uma função de chat embutida, nem uma maneira de curtir todos os posts fantasmas dos CEO´s; é uma ferramenta para se conectar com pessoas que melhor pode nos ajudar a sermos mais eficientes.

Muitas vezes a mídia social da empresa é construída exclusivamente para que os funcionários possam colaborar no trabalho, e ver o que todo mundo está fazendo. Ou seja, a rede social é vista como um hub, onde os usuários e as equipes podem criar pastas, guardar seus trabalhos e fazer edições on-line. Isto tem um uso, certamente, mas deixa de considerar como as pessoas querem se conectar.

Quanto a ver o que todos estão fazendo, por quê? Por que constantemente deve-se ser exibido para nós o que pessoas distantes na empresa estão fazendo, quando isso está afetando nosso próprio trabalho e nossa rede? Isso não é social, é ruído.

“Mas”, você pode estar pensando, “pelo menos, ter um hub central significa que vai se livrar de silos, certo?” Não tenha tanta certeza, você na verdade pode estar criando mais silos, porque as ferramentas sociais corporativas estão desconectadas dos fluxos reais de trabalho de seus funcionários.

Só porque a informação é divulgada em uma ferramenta social da empresa, não significa que ele realmente está sendo compartilhado de uma forma significativa.

Em particular, se você precisa se esquivar de seu fluxo de trabalho para ir e ver se alguém tem falado na sua plataforma social, isto não é uma melhoria no e-mail corporativo. Pior ainda, se as suas conversas são desassociadas de sua informação, será suscetível a uma desinformação na hora de tomada de decisão.

Interno, externo ou ambos?
Até agora nós apenas olhávamos para as ferramentas de colaboração internas, mas há outro lado, bem como: as mídias sociais externas que é onde seus clientes e parceiros estão e é cada vez mais onde os meios de comunicação também estão.

Se você quiser aumentar o envolvimento do seu cliente e parceiro, isso sem mencionar evitar desastres de relações públicas, você precisa estar na ativa em todos os canais sociais.

A maneira que as ferramentas sociais corporativas são usadas significa que você acaba tendo conversas com clientes no Facebook ou Twitter; seu departamento de vendas utiliza Salesforce Chatter, e assim por diante.
O problema é que, enquanto cada uma dessas ferramentas é ótima, elas não conseguem conversar entre si, nem com seu abrangente hub social, ou para os sistemas reais que fazem o trabalho, como o Office ou SAP.
Isso significa que você não pode usá-la para lançar um processo, delegar tarefas, ou atuar em conversas; e mudar contextos aumentam as chances de tarefas serem descartadas.
Então estamos condenados a um futuro de redes sociais fragmentadas, ou temos que retirar toda a bagunça e começar de novo?


Deve ser integrada
Nós precisamos considerar uma terceira opção, introduzir um leve toque de camada de integração orientado a processos entre todos os serviços; lembre-se, nós não queremos nos livrar deles, pois cada parte reflete como a organização deseja trabalhar.

Ao invés de tentar encaminhar todas as mídias sociais da empresa através de um único hub, que acaba cheio de informações irrelevantes, a integração permite que as ferramentas possam falar umas com as outras e permite que os fluxos de trabalho passem facilmente entre eles.

Este é um conceito muito diferente dos clones do Facebook que a empresa de mídia social muitas vezes tenta ser, mas eu acho que isso é uma direção que vale a pena. Nós continuamos ouvindo sobre a consumerização de negócios de TI; mas isto não significa que temos de ter exatamente o que vemos no mundo do consumidor final.

E-mail e bate-papo da rede, entre outras ferramentas, começou na empresa (como “ferramentas sociais”) e depois se espalhou para o mundo do consumidor. No trabalho, temos de usar a mídia social não apenas para compartilhar nossos bichos de estimação, alimentar nossas neuroses e ver o que nossos amigos tiveram para o café da manhã: nós precisamos usar para fazer o trabalho. Portanto, empresa de mídia social precisa assumir a liderança na definição e não apenas como a mídia social pode ser usada, mas na criação de formas que vão trabalhar juntas no futuro.


(*) CEO Magic Software UK


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